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Mendonça deve manter inquéritos de Lulinha no STF, aponta análise

Ministro André Mendonça deve manter no Supremo os inquéritos contra Fábio Luís Lula da Silva; PGR pediu envio à 1ª instância, mas movimento causou estranheza na Corte.

Redação Juridia21 de agosto de 2026 · 2 min de leitura

O ministro André Mendonça, relator de dois dos três inquéritos que apuram suposto tráfico de influência de Fábio Luís Lula da Silva, deve mantê-los no Supremo Tribunal Federal (STF), conforme análise do JOTA. A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou o envio dos casos à primeira instância, mas o pedido foi feito sem provocação da defesa ou do próprio relator, o que gerou estranheza na Corte.

A expectativa é que Mendonça tenha apoio na 2ª Turma do STF, composta por ele, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Dias Toffoli e Nunes Marques. Embora circularam notícias de que Nunes Marques poderia se declarar impedido por proximidade com um dos investigados, isso não deve ocorrer, pois o ministro não tem relação com o caso. Argumentos como eventuais prejuízos à investigação ou a ausência de foro privilegiado de Lulinha não devem prevalecer, segundo a leitura predominante.

Na campanha eleitoral, o centro de gravidade se desloca do embate ideológico para questões concretas, como preços e consumo. Flávio Bolsonaro explora o desgaste do governo com a alta de preços, comparando valores atuais com os de 2019, enquanto Lula se apoia em dados de inflação, como o IPCA de julho (0,07%) e o acumulado em 12 meses (4,44%). No entanto, o consumidor sente os preços altos, o que representa uma desvantagem estrutural para o incumbente.

No Congresso, o governo ainda não definiu a relatoria da medida provisória que zerou a taxa das blusinhas, a três semanas do prazo de validade. A senadora Professora Dorinha (União Brasil) demonstrou interesse, mas o senador Eduardo Braga negou a colegas que cogitava assumir. Diante do impasse, cresce a possibilidade de um nome do PT, como Randolfe Rodrigues ou Camilo Santana, ficar com a relatoria. A expectativa é aprovar a MP na semana de 31 de agosto. Já a PEC do fim da escala 6×1, prioridade do governo, aguarda a escolha do relator para avançar.

Produzido com apoio de IA a partir de fonte pública. Ver publicação original.

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