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Operação Quasar: PF indicia 13 por ligação com PCC no setor financeiro

Polícia Federal indicia 13 por organização criminosa, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta em investigação sobre possível atuação do PCC no sistema financeiro; relatório está com o MPF.

Redação Juridia30 de setembro de 2026 · 1 min de leitura

A Polícia Federal (PF) indiciou 13 pessoas no âmbito da Operação Quasar, uma das frentes da investigação Carbono Oculto, que apura a possível infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis e no sistema financeiro. Os investigados são executivos de fundos de investimento, corretoras e fintechs.

De acordo com o relatório final do inquérito, encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF), foram atribuídos aos indiciados os crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta. O MPF poderá apresentar denúncia à Justiça, solicitar novas diligências ou arquivar o caso.

Segundo a investigação, os executivos teriam auxiliado o esquema comandado por Mohamad Hussein Mourad, conhecido como Primo, e Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco. Ambos são apontados pela PF como integrantes centrais do esquema e estão foragidos.

A Operação Quasar foi deflagrada em 28 de agosto de 2025, com 12 mandados de busca e apreensão na capital e no interior de São Paulo. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 1,2 bilhão. A PF identificou que o grupo utilizava fundos de investimento e empresas para ocultar a origem dos recursos, com operações de compra e venda de imóveis e títulos sem finalidade econômica real.

A estrutura investigada era composta por múltiplas empresas e fundos, alguns com participações em outros fundos e companhias, o que, na avaliação da PF, dificultava a identificação dos responsáveis pelo dinheiro. O caso segue agora com o MPF, que decidirá os próximos passos.

Produzido com apoio de IA a partir de fonte pública. Ver publicação original.

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