Justiça Eleitoral acumula 20 AIJEs sobre abusos na disputa presidencial de 2026

Tribunal Superior Eleitoral soma 20 ações de investigação judicial eleitoral sobre a campanha presidencial de 2026; uma delas ainda aguarda decisão de recebimento.

Redação Juridia03 de novembro de 2026 · 1 min de leitura

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu, na última semana, mais quatro ações de investigação judicial eleitoral (AIJEs) relacionadas à campanha presidencial de 2026. Com isso, a Corte passou a contar com 20 processos do tipo, todos sob relatoria do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.

Das 20 AIJEs, dez foram ajuizadas pela campanha de Flávio Bolsonaro contra Lula e seu vice, Geraldo Alckmin, entre outros. A coligação de Lula, por sua vez, ajuizou oito ações contra Flávio e o vice Alfredo Gaspar, além de ter sido alvo de duas ações movidas pelo Novo.

Entre as novas ações, a campanha bolsonarista aponta que Lula teria utilizado uma estrutura organizada de comunicação digital construída e financiada com recursos públicos, partidários e de origem não identificada para ampliar o alcance de seus conteúdos. Outro processo alega uso indevido dos meios de comunicação social e abuso de poder político pela programação da Rádio Nacional, operada pela EBC, em favor do petista. Há ainda uma AIJE que menciona os sites Diário do Centro do Mundo, ICL Notícias e Brasil Fora da Caverna como suposta extensão da campanha de Lula.

A quarta ação recente foi apresentada pela coligação de Lula e trata do canal de WhatsApp “Tropa do Flávio”, que teria sido usado para disseminação coordenada de conteúdos desinformativos. Além dessas, uma AIJE ajuizada pela campanha de Lula aponta suposto apoio dos Estados Unidos à candidatura de Flávio Bolsonaro e ainda aguarda decisão sobre recebimento.

O recebimento de uma AIJE indica que o processo é apto a tramitar pelo rito da Lei Complementar 64/1992. Nesse procedimento, a punição mais drástica prevista é a cassação do registro de candidatura, a perda do mandato e a inelegibilidade por oito anos.

Produzido com apoio de IA a partir de fonte pública. Ver publicação original.

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